Vários líderes peruanos elogiaram o compromisso do país com a liberdade religiosa durante um festival de liberdade religiosa que atraiu 40.000 apoiadores, calcularam os organizadores.
Falando a uma multidão de maioria adventista, no Estádio Nacional de Lima, o presidente da suprema corte, Javier Villa Stein, fez menção à co-fundadora da Igreja Adventista, Ellen White, como uma pioneira na promoção de liberdade religiosa, e cumprimentou a IASD por seu comprometimento em continuar esse legado.
"Estou com vocês", Stein disse à multidão no evento do sábado, dia 13 de junho.
O festival foi o maior e mais amplo numa série de festivais semelhantes mantidos para agradecer aos países que apóiam a liberdade religiosa. Os co-patrocinadores do evento incluem a Igreja Adventista e a Associação Internacional de Liberdade Religiosa, o maior fórum mundial dedicado a essa causa.
O evento de Lima incluiu uma marcha em 12 de junho pelo centro da cidade por cerca de 10.000 apoiadores da liberdade de consciência, representando diferentes comunidades de fé, seguido por um simpósio à noite de 400 pessoas, inclusive Stein.
Desde 2005, a metodologia da Igreja Adventista para promover a liberdade religiosa tem adquirido uma faceta celebratória, resultando nos festivais de liberdade.
Nos últimos anos, festivais semelhantes têm sido promovidos por todo o mundo, inclusive eventos em Angola, Brasil e República Dominicana. Festivais vindouros em 2009 estão marcados para Seul, Coreia do Sul, Jerusalém, Israel, Caracas, Venezuela, Bogotá, Colômbia, e Jacarta, Indonésia.
Durante o seu discurso em Lima, no sábado à noite, John Graz, diretor do Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa, da Igreja Adventista, disse que muitos especialistas estimam em 300 milhões o número de pessoas por todo o mundo que são perseguidas por causa de sua fé. Ele instou a multidão a defender pessoas que crêem diferente.
"Defender outros é também defender a si mesmos", ele disse à multidão mediante um intérprete para a língua espanhola. Graz também fez referências a áreas do mundo sem liberdade de crença. "Imaginem se estivessem na Coreia do Norte", ele disse. "Você não pode ter direitos humanos sem liberdade religiosa". Graz também mencionou a violência na província oriental de Orissa, Índia, onde os cristãos têm sido atacados por sua fé.
O Ministro da Defesa do Peru, ntero Florez Araoz, dirigiu-se à audiência declarando que aplaudia a obra da Igreja Adventista.
"Vocês têm sorte", Araoz disse. "Não somente o Peru tem uma boa defesa militar, com também cidadãos que crêem na defesa das crenças".
Oradores visitantes adicionais incluíram Nidia Vilchez Yucra, ministra das mulheres e do desenvolvimento social, e os embaixadores de Israel e da Palestina.
Graz declarou que o início dos festivais remonta a 1995 quando ao apresentar-se como orador principal numa igreja, somente 25 pessoas apareceram num sábado à tarde para ouvir sobre liberdade religiosa. "Depois disso, vi que tínhamos que mudar alguma coisa", ele contou.
Para Erton Kohler, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, e uma equipe de dirigentes da Igreja que estiveram envolvidos com a organização do evento, o festival de Lima foi o último numa série de iniciativas de promoção da liberdade religiosa por todo o continente.
Os que assistiram ao evento disseram que assim fizeram para apoiar a liberdade religiosa, um dom que em alguns países é tomado por assentado. O membro da Igreja Adventista Ronald Aguilar declarou que o trabalho das organizações de liberdade religiosa têm contribuído para uma sociedade que lhe permite poder espalhar o evangelho em seu país sem qualquer problema.
Eu sua fala, Graz destacou que a liberdade nunca devia deixar de ser apreciada.
"É tempo de dizer, 'muito obrigado' pela liberdade religiosa", ele aduziu.
--Sam Del Pozo and Susana Alem contribuíram para esta reportagem
Falando a uma multidão de maioria adventista, no Estádio Nacional de Lima, o presidente da suprema corte, Javier Villa Stein, fez menção à co-fundadora da Igreja Adventista, Ellen White, como uma pioneira na promoção de liberdade religiosa, e cumprimentou a IASD por seu comprometimento em continuar esse legado.
"Estou com vocês", Stein disse à multidão no evento do sábado, dia 13 de junho.
O festival foi o maior e mais amplo numa série de festivais semelhantes mantidos para agradecer aos países que apóiam a liberdade religiosa. Os co-patrocinadores do evento incluem a Igreja Adventista e a Associação Internacional de Liberdade Religiosa, o maior fórum mundial dedicado a essa causa.
O evento de Lima incluiu uma marcha em 12 de junho pelo centro da cidade por cerca de 10.000 apoiadores da liberdade de consciência, representando diferentes comunidades de fé, seguido por um simpósio à noite de 400 pessoas, inclusive Stein.
Desde 2005, a metodologia da Igreja Adventista para promover a liberdade religiosa tem adquirido uma faceta celebratória, resultando nos festivais de liberdade.
Nos últimos anos, festivais semelhantes têm sido promovidos por todo o mundo, inclusive eventos em Angola, Brasil e República Dominicana. Festivais vindouros em 2009 estão marcados para Seul, Coreia do Sul, Jerusalém, Israel, Caracas, Venezuela, Bogotá, Colômbia, e Jacarta, Indonésia.
Durante o seu discurso em Lima, no sábado à noite, John Graz, diretor do Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa, da Igreja Adventista, disse que muitos especialistas estimam em 300 milhões o número de pessoas por todo o mundo que são perseguidas por causa de sua fé. Ele instou a multidão a defender pessoas que crêem diferente.
"Defender outros é também defender a si mesmos", ele disse à multidão mediante um intérprete para a língua espanhola. Graz também fez referências a áreas do mundo sem liberdade de crença. "Imaginem se estivessem na Coreia do Norte", ele disse. "Você não pode ter direitos humanos sem liberdade religiosa". Graz também mencionou a violência na província oriental de Orissa, Índia, onde os cristãos têm sido atacados por sua fé.
O Ministro da Defesa do Peru, ntero Florez Araoz, dirigiu-se à audiência declarando que aplaudia a obra da Igreja Adventista.
"Vocês têm sorte", Araoz disse. "Não somente o Peru tem uma boa defesa militar, com também cidadãos que crêem na defesa das crenças".
Oradores visitantes adicionais incluíram Nidia Vilchez Yucra, ministra das mulheres e do desenvolvimento social, e os embaixadores de Israel e da Palestina.
Graz declarou que o início dos festivais remonta a 1995 quando ao apresentar-se como orador principal numa igreja, somente 25 pessoas apareceram num sábado à tarde para ouvir sobre liberdade religiosa. "Depois disso, vi que tínhamos que mudar alguma coisa", ele contou.
Para Erton Kohler, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, e uma equipe de dirigentes da Igreja que estiveram envolvidos com a organização do evento, o festival de Lima foi o último numa série de iniciativas de promoção da liberdade religiosa por todo o continente.
Os que assistiram ao evento disseram que assim fizeram para apoiar a liberdade religiosa, um dom que em alguns países é tomado por assentado. O membro da Igreja Adventista Ronald Aguilar declarou que o trabalho das organizações de liberdade religiosa têm contribuído para uma sociedade que lhe permite poder espalhar o evangelho em seu país sem qualquer problema.
Eu sua fala, Graz destacou que a liberdade nunca devia deixar de ser apreciada.
"É tempo de dizer, 'muito obrigado' pela liberdade religiosa", ele aduziu.
--Sam Del Pozo and Susana Alem contribuíram para esta reportagem