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A Universidade Griggs poderia estar diante de um perigo a longo prazo de fechar, sem um renovado compromisso da administração da Igreja Adventista do Sétimo Dia, disseram oficiais da escola. Sediada junto ao quartel-general mundial da Igreja, em Silver Spring, Maryland, a instituição de ensino a longa distância, está ficando defasada em questões atuais de tecnologia e promoção de educação à distância, segundo administradores da denominação.
A Comissão Executiva da Igreja esta semana designou uma comissão de estudo de curto prazo para investigar as melhores práticas atuais para a educação à distância. "É nosso pedido que a administração da Igreja examine que serviços se esperam da Griggs," declarou Don Sahly, diretor da instituição. O ano passado foi o pior ano do ponto de vista financeiro a despeito de um aumento de matrículas em 12 meses de cerca de 1.500 estudantes, relatou Sahly.
A Universidade Griggs foi lançada há 100 anos como Insituto de Estudo do Lar, uma escola de correspondência para filhos de missionários que moravam no exterior. Atualmente há menos de 30 estudantes desse tipo em seu quadro estundantil. A instituição evoluiu para servir a estudantes de faculdade e pós-graduação universitária, entrando em áreas do mundo onde a Igreja Adventista não possui escolas, como Vietnã, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
Conquanto o trabalho da instituição não gere muita renda em algumas partes do mundo, Sahly declarou que contribui para a missão da Igreja. Campus afiliados na sua maior parte alcançam pessoas que não são membros da Igreja Adventista. "Quem mais poderia ir até Hanoi (Vietnã) e ser capaz de fazer 2.000 contatos?", pergunta Sahly.
Embora a escola tenha-se expandido para mercados em desenvolvimento durante os últimos cinco anos, não tem sido capaz de manter-se a nível de tecnologia e práticas de educação à distância. "Precisamos de mudanças fundamentais", declarou Ella Simmons, uma vice-presidente geral da Igreja Adventista que chefia a comissão recém designada.
Durante um relatório à Comissão Executiva ela disse que "perguntas essenciais não-respondidas" permaneciam com respeito à estrutura, viabilidade financeira, localização e exigência de mercado para educação à distância apoiada pela Igreja a nível mundial, o que requer "escrutínio imediato e detido". A comissão tem prazo de apresentar relatório à Comissão Executiva da Igreja em abril próximo.