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Os Ministérios de Saúde da Igreja Adventista terão agora maior ênfase sobre saúde pública e possíveis parcerias com organizações aliadas, seguindo-se a voto tomado esta manhã pela Comissão Executiva da Igreja a nível mundial.
Oficiais da Igreja votaram uma declaração recomendada de uma conferência em julho, que reuniu dirigentes de destaque da Igreja Adventista e representantes da Organização Mundial de Saúde para explorar possibilidades de parcerias a fim de implementar iniciativas de saúde pública.
A declaração afirma os objetivos de saúde da Igreja de servir à comunidade e melhorar a saúde global.
"Isso leva a Igreja a ser uma protagonista em arena mais ampla", disse Allan Handysides, diretor dos Ministérios de Saúde da denominação. "Conquanto continuemos o trabalho com e pelos indivíduos, agora nos dedicaremos a problemas sociais de saúde", explicou Handysides.
A declaração ocorre três meses após o presidente mundial da Igreja Adventista, Jan Paulsen, apelar à Igreja para fazer parcerias com organizações confiáveis na área cuja meta é melhorar a saúde global. Num discurso de abertura da Conferência Global de julho sobre Saúde e Estilos de Vida, Paulsen disse que a obra da Igreja seria fortalecida mediante parcerias.
"Não podemos expressar nossa fé, nosso desejo de imitar a Cristo, separadamente", declarou Paulsen por ocasião da conferência.
Hoje, Handysides disse, a Igreja pode estar numa posição para atuar na defesa de questões de saúde a nível local, estadual e nacional. Ele especificou questões tais como segurança infantil, nutrição comunitária e "acesso não-discriminatório a assistência à saúde disponível".
A declaração afirma o ensino da Igreja de atenção primária com base em evidência e também inclui direitos e responsabilidades da "dignidade humana", "justiça social" e "auto-determinação".